sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Fim do ano

Dezembro! Como este ano passou rápido... Reta final da aventura do cavaleiro inocente... Lutas, intrigas, filosofia. Finalmente chegando ao fim do caminho, onde ele vai descobrir que houve muito engano de sua parte, sobre a justiça de verdade e seu amor a elfa Yanni. Um ano para mim, foram quase trinta para Lethargic. Vai ficando a saudade deste personagem que puramente altruista sangrou por outros pensando apenas nas sete virtudes do paladino. Honra, Providência, Pudor, Serenidade, Proteção, Humildade, Generosidade. Que o mundo possa achar a harmonia novamente. E os jovens tenham ideologias fraternas. Veremos o que Lethargic pode fazer... Méa Elohim.
¨A fraternidade acontece quando meramente estimulada¨.

sábado, 15 de agosto de 2009

O Segundo

Finalmente estou terminando o segundo livro da saga. Realmente é muito dificil escrever um livro quando se está fazendo pós graduação, trabalhando 12 horas por dia, treinando diariamente, lendo livros, trabalhando aos sábados. Só sobra tempo no domingo para ficar igual a um zumbi. Mas não este que vos fala. Sento na cadeira de meu escritório e mãos a obra!

Com o término do segundo livro que conta a estório de Lethargic Zzor, um menino que pelos caminhos da vida segue o caminho do paladino, poderei lançar os livros. Esta segunda estória conta sobre um cavaleiro que deseja encontrar uma sociedade perfeita ao tempo em que tem um embate com a justiça.

A idéia principal é a de lançar os dois livros juntos, pois um completa o outro com um novo modelo de narrativa que eu acredito que agradará aos leitores.
A sequencia desta obra é o terceiro livro, o livro da elfa.

Obrigado e desculpem a demora, a vida está corrida, mas não me ultrapassará...
Léo.

domingo, 12 de abril de 2009

O primeiro capítulo...

Capítulo 1 - Família



Um pássaro voa por árvores, pelos galhos das mesmas, rápido ele é, pois desvia de cada um deles com destreza e leveza. Mas o que faz dele diferente não é sua coloração laranja brilhante e sua cabeça negra, nem o seu bico levemente azulado e pontudo como uma pequena flecha, seu tamanho diminuto ou seus olhos negros audazes, e sim a despretensão com que voa, como se estivesse brincando, dançando sem compromisso. E desta forma o faz perfeitamente, sem erros, sem hesitação. Pertencente à espécie conhecida como icterus galbula, um oriole de nascença. E pousando em um galho de uma árvore envelhecida começa esta estória...

A árvore serve de encosto para uma das pontas de uma rede, aparato este que se encontra um homem de grandes olhos e pensamentos vazios, um senhor de terras que descansa sua ocupada cabeça do peso das moedas de prata que prendem seus pensamentos.
Gajão Durgovitch é seu nome, e a ele foi deixado por seu pai mais de 500 hectares de terras férteis na região conhecida como Derghemom.
Sua propriedade rural estende-se por milhas de distancia e englobam uma colina ao norte repleta de árvores, um lago a leste chamado de Acor, que serve de descanso para o rio Noem, e ao oeste uma vasta planície de plantação de cevada.
Gajão observa a chegada de uma de suas escravas, a mulher de pele negra e traços fortes, já havia sido mais magra, desde a sua ida para o trabalho na cozinha havia ganhado peso.
- Mestre o jantar está servido – falava sem sotaque à língua que a muito aprendera. Já havia esquecido a sua língua natal.
- Natalie está à mesa? – perguntava o patrão com a mesma forma ríspida com que sempre tratara seus escravos ou empregados.
- Sim, mestre.
- Diga que já vou. – Encerrava a conversa.
A escrava se retirou rapidamente, tinha medo daquele homem, de cabelos cor de fogo e olhar intimidador.
Gajão continuou a observar a sua propriedade, sua casa de dois andares se encontrava no meio de suas terras assim como a casa dos escravos, bem perto do canil de seus imensos cães.
Seus empregados moravam aqui ou ali espalhados por seu terreno. Alguns moravam a sul, região virgem com muitos Álamos brancos, típicas árvores da região.

Levantando-se da rede Gajão antes de adentrar a casa passa por seu canil e abre a porta. Os cães, quatro deles, ladram incessantemente, alegres de verem o seu líder entre eles.
- Como está Nathander? – fala o senhor de terras enquanto acaricia a cabeça do maior dos quatro.
Nathander era o seu campeão, vencedor de vários torneios de rinha promovidos pelos outros fazendeiros do estado.

Ele amava os cães talvez por acreditar que estes eram os únicos que o compreendiam sem hesitar, eram obedientes e nunca reclamavam da vontade de seu mestre.
- Como está esta boca, deixa-me ver - fala enquanto mexe sem receio na boca de seu campeão.
A ferida no lado direito do animal, perto de sua mandíbula havia sido feita há poucas semanas atrás. A luta havia sido contra o cão de seu inimigo confesso, Rastare, fazia fronteia com suas terras a norte, onde Gajão o observava do alto de sua colina.

Sua barriga roncou alta e lembrou-se de Natalie. Era assim, só lembrava dos outros quando o interessava. Entrou em sua casa deixando seus cães e seus pensamentos competitivos de lado.
Sua casa tinha dois andares e estava sendo coberta de era, as janelas grandes e altas permitam a entrada de sol quase que para todo o dia. A imensa sala de jantar era coberta de cristaleiras e tapetes pendurados na parede que descreviam parte da história da família Durgovitch. Lá estava ela, linda como sempre, Natalie.
- Estava no canil, não é? – perguntava, mas já sabia a resposta.
- Sabe que sim, porque então me enerva com estas perguntas sem sentido - não havia mais candura nas palavras dele, seu casamento havia acabado há muito.
A beleza que havia nela tinha se esvaído quando em uma briga tempos atrás Natalie confirmou raivosa que casara com Gajão por causa de seu dinheiro, palavras ferem muito mais que um golpe de espada. Mesmo nesse mundo de magias.
- Amanha irei à cidade, estamos precisando comprar mais escravos para a colheita deste ano.
- Tivemos uma boa colheita? – seus olhos brilhavam um azul infinito, ela era linda, seus cabelos loiros e corpo longilíneo enfeitiçavam a Gajão. Parado ele esboçou um sorriso apaixonado, mas logo percebeu o conteúdo da pergunta e voltou a ficar distante.
- Por favor, Gajão, tentemos parecer um casal feliz, pelo menos para que nosso filho possa nascer em um ambiente de felicidade.
- Pode me dar essa certeza que será um menino? – o senhor das terras vibrava com a expectativa que fosse um garoto.
- Posso. É um menino. - Natalie aprendera a falar assim com ele, nunca fora assim direta, mas o trato com homem tão agressivo requisitava técnicas de sobrevivência.
- Não vejo a hora que ele venha para este mundo... Não vejo a hora. Está confortável? Tem tudo do que precisas?
- Tenho, Amandia é uma ama seca e já fez parto antes, fez bem em comprá-la.
- Tribais, pelo menos eles servem para algo, além de me enervar com a sua estupidez.
- Gajão?
- Fale mulher.
- Gostaria de conversar sobre duas coisas se não se importa. – tremia levemente, treinara a tarde inteira pedir-lhe, em uma forma que não o enervasse. – Gostaria de conversar sobre o nome do menino e se eu posso ir juntamente com Amandia passear na cidade?
Gajão a encarou friamente, achava que era mais um pretexto para gastar seu dinheiro em roupas fúteis.
- Sabe que esta doente. Estou já gastando fortuna com aquele medico da cidade, para que fique bem e ao menino. Não irá. Quanto ao nome será Dedanogor, é tradição dos Durgovitch nomear o primogênito com a alcunha de seu pai. O nome pertenceu ao meu avô, natural de Vaarveig.
A conversa acabara Natalie não conseguiria discutir com esse homem corpulento, sua energia para as discussões era tamanha que sempre conseguia o que queria, ela estava doente e não podia mais.
O jantar continuou e nenhum dos dois proferiu mais uma palavra sequer.

ξ

O dia amanheceu ensolarado, logo cedo Gajão já estava a atrelar o cavalo para a viagem de dois dias até a cidade, juntamente com ele iriam quatro de seus mais fieis empregados e dois de seus ferozes cães para proteção.
O senhor de terras era um homem corpulento de faces duras e determinação de aço. Fazia bem o que mais gostava, ganhar dinheiro, e o ganhava de todas as formas não importava quais.
Comprava escravos vindo do oeste, como os homens Hulísticos da Costa Escarpada, porém preferia os negros. Achava-os fortes para o labor e os admirava a coragem da vida.
Este era Gajão, homem de poucas palavras e extrema atitude. Seus sentimentos restringiam-se a ter um medo inexplicável da insegurança, e esta para ele era a monetária. Tinha um esporte predileto, que somente a ele interessava: gostava de contar quase que diariamente seus ganhos e perdas. Porém sua maior decepção em vida era a de não saber lutar com armas. Tinha pavor por combates armados e prometeu a si mesmo que quando tivesse um filho, este nasceria entre aço e sangue.
Como todo perfeccionista e gênio tornou-se rico, avarento e frio. Já possuía grandes hectares de terra, e alugava-os por preços injustos.
-Dê a vida, o que a vida lhe dá. - Uma de suas frases.
A vida sempre havia lhe dado um mundo coberto de pessoas gananciosas e aproveitadoras. E seguindo caminho despediu-se friamente de Natalie e rumou com seus empregados para a cidade de Derghemom.
Entre os seus servos Impius era o mais devoto. Ele era aquele homem sem personalidade, que vive sobre o sucesso de outro. Uma espécie de escravo por opção, um sujeito franzino de rosto fino e mãos pequenas, não havia crescido muito quando jovem, mas tinha uma qualidade perto de seus inúmeros defeitos, tinha coragem e defendia aquele ao qual considerava seu mentor, Gajão.
- O que pretendemos comprar na cidade senhor?- perguntava Impius enquanto arrumava sua espada de pequeno porte em sua bainha presa ao cavalo malhado.
- Precisamos de inúmeras coisas - começou Gajão, era sempre metódico e organizado, sabia exatamente o que gastar como e onde iria conseguir - Como a colheita deste ano será farta, mais mãos terão que trabalhar, mais bois para a carga...
- Por que não compramos de Rastare?-interrompeu bruscamente.
- O que? Esta brincando?!- berrou Gajão. Os homens silenciaram e seus dois cães de guarda negros como um buraco vazio de caverna eriçaram o pelo, Impius apercebendo-se do seu deslize, tentou consertar.
- Podíamos comprar mais barato dele senhor e depois até os trocamos no mercado, estamos indo para lá mesmo...
Gajão percebeu o que Impius tinha tentado fazer, sabia também que de nada adiantaria se enervar, apesar de franzino o homem sabia lutar, e ele não. Preferiu remediar, ambos se respeitavam.
- Deixe estar, deixe estar... – terminou a conversa.

A viagem prosseguiu neste dia sem incidentes, à noite acamparam sob a gigantesca lua, conhecida como ¨A Luz dos Viajantes¨.
Não era bem uma estrada e sim mais uma trilha pelos campos, porém era alargada para a passagem das carroças cheias de grãos, verduras, frutas que viam das plantações vizinhas e inundavam Derghemom de tempos em tempos de produtos de altíssima qualidade.
Diziam que Rainaar havia abençoado os campos Dergemones há muito tempo atrás, por terem sido eles que não adoravam outros deuses além deste considerado por muitos em Minlurd, o único.
À noite sob o som dos grilos noturnos, os homens acenderam uma fogueira e sentaram-se para cozinhar o jantar, a conversa não tardou a começar.
- Nas terras do sul dizem que uma imensa criatura esta devorando o gado dos fazendeiros - disse um dos homens.
- À sul?- riu Gajão - Por que não ao norte? – referia-se a Rastare, e a sua vontade que seu pasto de bois fosse devorado pela besta em questão.
- É verdade meu senhor, a criatura é grande e já matou três homens até agora, diziam que eram caçadores experientes.
- Não mais caçadores que os meus. Rana, Xang venham a mim! - de forma ríspida chama os seus dois cães que imediatamente obedecem – Nenhuma criatura é páreo para os meus guerreiros. - fala gabando-se.
- Com certeza senhor, mas e se a criatura estiver rumando para as suas terras neste exato momento? E sua esposa, meu senhor? – adverte um dos homens, calado até o momento.
- Lá estará Nathander o meu campeão tomando conta de minha mulher, grávida de seus seis meses e esperando o meu filho que treinarei para ser meu sucessor e patrão de seus filhos. Compreende?
- Ora, ora vamos comer, nada acontecera a nenhum de nós nem hoje nem amanhã. Estamos rumando para a cidade, não quero morrer antes de poder tomar a cerveja que tanto trabalhamos para plantar. - encerra a conversa Impius.

A lua é tão grande como um pequeno planeta desabitado, e esta por sua vez, paira sob a cabeça destes homens, cada um deles traz um pensamento escondido. Gajão pensa sobre a criatura a pouco mencionada.
E se realmente ela estivesse rumando para suas terras? Não estaria lá para proteger sua família e nem ao menos seu filho. E se fosse isso que os deuses desejavam? Tirar-lhe o herdeiro que sempre sonhara? Maldito empregado que lhe colocava pensamentos na cabeça. Assim que voltassem para casa, expulsaria a ele e a sua família de suas terras.
E assim a noite passou, de manhã a criatura já havia se tornado um monstro para Gajão. Sentia-se inseguro, a emoção que ele mais odiava.

Rumaram logo cedo, continuando sua viagem, Amandia era excelente cozinheira, seus bolos eram deliciosos e duravam por mais tempo, eram ótimos para serem levados em viagem. O tempo era estável não variava muito, portanto o sol continuou a brilhar neste segundo dia de viajem. Agora o Durgovitch já fazia seus cálculos mesmo montado em seu cavalo, experiente que era em contar seus ganhos e perdas. À noite já aos portões da cidade protetora, sabia quanto gastaria e o que faria para desembolsar menos...

A missão

Minha missão (por mais louca que possa parecer), é a de escrever cinco livros. Agora estou no meio do segundo livro, a estória do cavaleiro Lethargic. Estou no meio das florestas de Minlurd, cavalgando com este paladino que busca uma sociedade perfeita ao tempo em que tem um embate com uma floresta negra que busca destruir os territórios a sua volta. (Na realidade é um metáfora a destruição feita pelo homem a natureza).

Boa sorte para mim nesta empreitada!

domingo, 1 de março de 2009

Introdução

Introdução

De quinhentos em quinhentos anos os seres evoluídos do universo se encontram em um conclave de Deuses. Cada um deles como um pastor de ovelhas cuida de seu rebanho, seu próprio mundo.
Entre eles preside Deus Todo Poderoso, que cuida de um planeta, de longe a sua altura em pureza, o Planeta Terra.
Estes poderosos seres divinos se unem com um propósito apenas, o de trocarem informações e o de evoluírem juntos os seus planetas.
Rainaar é um entre muitos. Um jovem idealista que sempre admirou as formas e a natureza do planeta Terra. Porém seu mundo, Minlurd, é um mundo de magias e cavaleiros, magos, criaturas[1] e dragões[2], um mundo onde a magia dá lugar à tecnologia, seres místicos e situações impossíveis. Mas também é composto por homens.

O mundo de Minlurd, criado por Rainaar, é composto de oito continentes, cinco oceanos e muitos países. O carvão não queima o suficiente, nunca se encontrou petróleo, os combustíveis fósseis são escassos. Há regiões onde árvores medem cinqüenta metros de altura e existem criaturas vivas de dez metros de altura, como os gigantes. Os primeiros a andar e representar os humanóides deste lugar multirracial.
O conhecimento da magia evoluiu como a Era Industrial transformou o planeta Terra. O comum, neste lugar é estranho a terráqueos, e o oposto é verdadeiro. Mais novo que a Terra, Minlurd tem 3 bilhões de anos. Seu período de evolução também o fez conhecer a era glacial e os dinossauros que andavam juntos com os dragões de outrora.
Próximo à época das estórias contadas neste segundo livro, Minlurd conheceu a destruição de perto por duas vezes. Em 1350AC[3] as guerras místicas, travadas por magos desejosos do controle da magia no mundo, causaram quase a extinção do mundo conhecido.
Depois em 1500AC místicos do continente de Leilov uniram-se na tentativa de conjurar seres superiores, demônios[4]. Estas criaturas nefastas avançaram e conquistaram todas as terras. Este período durou cinqüenta anos e é conhecido como O Cataclismo[5]. Por todo este período a humanidade viveu sob eterna escuridão e angústia.
Porém os humanos foram salvos graças a eles mesmos, um uníssono de mentes auxiliou o herói Co-on e este, com a ajuda dos deuses de Minlurd libertaram os humanos do julgo demoníaco.
Dentro deste contexto Rainaar o grande criador retornou as terras e nela permaneceu como divindade que é.

Assim como o planeta Terra com suas estórias e caminhos, Minlurd é um mundo que não para, seguindo suas horas como giros de uma ampulheta de areia.

No primeiro livro um homem de caráter duvidoso, um mercenário com poucos escrúpulos descobre o amor. Um simplório, um peão inteligente.
No segundo livro um cavaleiro bondoso busca uma sociedade perfeita, ao tempo em que tem um embate com a justiça.
No terceiro livro há apenas o amor, uma personagem de bondade pura luta para encontrar uma criança que trará a esperança aos homens.
O quarto livro contará a estória de dois coadjuvantes citados nos livros anteriores que serão escolhidos democraticamente entre os leitores.
O quinto livro e último desta saga, conta a estória de todos estes personagens lutando contra um poder estabelecido, de visão egoísta. Não mais contra a destruição a do planeta, mas sim contra nós humanos que somos desejosos, consciente ou inconscientemente de dominar e destruir.
Como mais bem descrito seria, um mundo de fantasia com personagens reais...
[1] (Criaturas) – Todos os seres vivos de Minlurd, que não humanos ou humanóides.
[2] (Dragão) - São criaturas conhecidas por diversos povos e civilizações. São representados como animais de grandes dimensões, de aspecto reptiliano (semelhantes a imensos lagartos ou serpentes). Existem antes das outras criaturas, humanos e humanóides. Seres superiores, podem alçar vôo, tem vastos poderes místicos e inteligentíssimos. Podendo viver até mais de dois mil anos.
[3] (AC) – Antes do cataclismo.
[4] (Demônios) - Cada um dos anjos caídos ou gênios maléficos do Infernum. Procura a perdição dos seres e criaturas de Minlurd. Sujeitos a Amdosias. Alimentam-se de energia vital dos seres de Minlurd. Ódio, rancor, perversão, corrupção são uma das ferramentas utilizadas por estes seres de poder superior.
[5] (Cataclismo) – Período de 0C-55C. A invasão demoníaca a Minlurd. O continente dos Seis Reis tem este nome pela união de seis homens de ideais nacionalistas. Ao meio de seu reinado absoluto envolveram-se em pesquisa com o Império da Morte, afim de propagar a idade da morte de seu povo. Os feiticeiros necromantes em brigas fatoriais dividiram-se em duas facções recheadas de dinheiro dos cofres dos reis. O Império da Morte, estudiosos da vida além Minlurd. Patrocinados em seus estudos para propagar a vida. Criou-se um grupo conhecido como os Infernalistas. Facção esta desejosa de dominar seres inferiores e seus poderes místicos poderosos. E assim se deu o cataclismo em meados de 1499AC. Predito por sábios e ciganos. Os Infernalistas abusaram de suas liberdades e conjuraram o primeiro. O demônio fora preparado por Amdosias, no Infernum para abrir os portões para Minlurd. Pela própria vontade dos nativos daquele mundo. Logo os Infernalistas enganados pelas inteligentes criaturas, transformaram-se de mestres a servos. E os demônios abriram os portões para Minlurd.

O início

Primeira vez que escrevo nesta janela para a realidade. Saindo do subjetivo de minha mente e partindo para o objetivo do mundo. Bem vindos os curiosos, bem vindos os que já estão a ler a primeira estória deste mundo. No decorrer desta teremos vários comentários de leitores e personagens dos livros que darão uma passada por aqui. Obrigado.