sábado, 27 de fevereiro de 2010

Incentivo ao viajante

Sem ao menos perceber, na angústia proferida. Que lhe dá lampejos de desencorajamento.
Caro, acredita com olhos abertos. A injúria proferida é caminho sem fim. Toma ar nas ventas e segue em prumo, determinado.
Nem com sopro permite, a aproximação da calúnia, pois plenamente destemido que disto não necessita.
A tudo entenda e observe. Aproxima os teus ou viaje só. O caminho é livre. Tuas escolhas.

Livre alvedrio.
Lio Rozz

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Mental

A marca do saber. Como ponderar, conhecer e fazer ao tempo de resolver, solucionando tudo e a todos. No tempo que o ego determina o ignorante ao sabedor. Sapiente, cônscio, na simples luta do entender sem ao menos perceber que no fazer altruísta aparta tudo que não lhe é correto. Entendedor do conhecer-se e desta forma compreender que o próximo que odeias é o teu igual que rejeita. Pois és ele mesmo no que tanges o teu saber. Afasta deste teu aquilo que remetes ao desastre, em conhecendo tudo que não lhe estoca beneficie. Observar detalhes que separados nada fariam, porém juntos constroem o todo.
Naquilo que tange o intangível que recusas desapega-se do inteiro. No longínquo desconhecimento de rotinas que nunca se distinguem, repetem, acontecem de novo, insistindo em nos enformar, estaremos tão distantes do saber sem compreender os caminhos do perfeito.
Lio Rozz.

Mundo cão

Por que os homens gostam de cães?
Mundo cão.
O canino avista o céu. O animal irracional tem como verdade a chegada de seu alfa. Arrebatadamente feliz, sem medo ou vergonha. Confiança em saber que será cuidado e em troca protegerá aqueles a quem ama. Em nenhum momento titubeia de seu dever, seguindo corajoso à morte contra oponentes maiores que ele.
E ao tempo em que pejo de remorso por afrontar seu mestre, mesmo estando sob designo da fúria em enfrentar as chagas e sua extinção em meio a conseqüência do comando de seu senhor. Para, se recolhe, obedece.
Escolhido como um cão, a seguir até sua morte seu caminho. Dever, obediência suprema, com orgulho de sê-lo. Sempre feliz, afável, inocente.
E assim são todos aqueles que acreditando em seu mestre Deus, protegem suas famílias e os seus de toda a afronta e subserviência. Raros são os homens que não gostam de cães e ao fazê-lo ignoram uma das maiores premissas de todas.
¨Os cães não abandonam os homens. Todos os homens são cães.¨
Mundo cão.
Lio Rozz.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

1% inspiração, 99% transpiração

Após 3 dias trancado em casa, escrevendo por mais de 27 horas no total. Acabei!!! O segundo livro da série. Adorei escrever a estória deste paladino inocente, que sonhava com a escuridão e acreditava ser um dependente de sua espada. MUITO complexo, muito simbologismo. Vai dar MUITO certo! Hahahaha. I hope... hehe. Agora é lança-lo no mundo e que Rainaar faça sua vontade. Méa Elohim.