O enorme desejo humano da aceitação, do prestígio e privilégio. Como todos os animais sociais, não obstante, nós, humanos, também somos desejosos dos mesmos. Buscamos, prestígio e privilégio, destaque e aceitação.
Se ainda não nos fosse cabível, tentamos em vão administrar o tempo que pouco conhecemos. O exarcebo do consumo atrai o homem e assim ele caminha. O trabalho e a produção. O lucro e a soberba.
Te tal forma o pecado se torna rotineiro e perde em prestígio a novidades da inteligência humana. O divino e o mundano.
Ao tempo em desejosos por aceitação e privilégios caminhemos a passos largos em direção a extinção. A antítese da necessidade dos desenfreados desejos humanos, prestígio e privilégios. Como animais selvagens que precariamente conjuram pensamentos lógicos em seus cérebros primitivos.
Apenas se estes entendessem, que a mais trivial conjectura... aceitação.
E entendessem humildes que o remédio deste mal é de simples ingestão.
Amor.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Via
Naquilo que perpetuas és sábio, que deste destino tú, o responsável. Com o título de arbítrio independente. A predileção de teus caminhos, a sapiência de tuas escolhas. Essa é a condição máxima da liberdade. Só tú sabes o que já passou, imaginando, o que tem por vir. A pista expande-se tanto quanto fores inteligente. Correntes caem quando decides o dia. Correntes lhe prendem quando decides a noite. Como um relógio que conta o tempo, a dádiva do livre arbítrio permite momentos inesquecíveis. Tanto os bons, quanto os maus.
Responsabilize-se e progrida.
Lio Rozz
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Folha em branco
A ficção não é nada mais que o futuro. O desconhecer sobre o tempo a frente é a aceitação deste fato.
Desta forma libertando a imaginação para que se escrito e lido anos depois será motivo de riso.
O resistente a entender sobre fatos fictícios, já demonstra falta em entender o todo. E nunca conseguiria do nada, preencher parte de uma folha em branco.
Desta forma libertando a imaginação para que se escrito e lido anos depois será motivo de riso.
O resistente a entender sobre fatos fictícios, já demonstra falta em entender o todo. E nunca conseguiria do nada, preencher parte de uma folha em branco.
Visões
Como um grande porco empanturrado acreditar que suas críticas tem realmente peso no real. Quando ainda como criança, acredita que o mundo o é como um agressor. Inocente e severo, perdido.
Que ao observar os astros de hoje, exemplos que se seguidos fariam nossos antigos heróis se envergonharem. Volta criterioso e indaga. Com a humildade a brotar facilmente lutando contra o grande porco. Virando-se sobre o eixo e observas desigualdades. Cala-se. Ao tempo em que a retidão o virtua, ela mesma tenta com fome incessante de julgar.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Golias e Davi
¨Não sou eu filisteu e vós servos de Saul? Escolhei dentre vós um homem que desça a mim¨...¨Hoje desafio as companhias de Israel dizendo: Dai-me um homem, para que ambos pelejemos¨.
¨E, olhando para e vendo Davi, o desprezou¨ (1 Sm 17.42)
Por quarenta dias o gigante afrontou o Deus de Israel, zombando e desafiando, que apresentassem um homem que lutasse contra ele em combate individual. O resultado determinaria qual o exército que se tornaria servo do outro.
O pequeno Davi aceitou o desafio. Com Deus ao seu lado, vestes pobres contra uma armadura de sessenta quilos. Nenhum guerreiro apresentou-se no fronte além deste pastor de ovelhas que sonhava em ser soldado. Ungido pela fé a seu senhor. De pé contra o Golias. Humildade e determinação. Confiança e ação imediata.
Rapidamente tomou uma das cinco pedras tiradas de um ribeiro próximo e arremeçou certeiro contra o gigante. A pedra acertou forte o elmo de bronze, fazendo o guerreiro cair ao chão. Correndo David tomou a espada do oponente e cortou sua cabeça. Exemplo.
¨E, olhando para e vendo Davi, o desprezou¨ (1 Sm 17.42)
Golias
O tamanho deste gigantesco guerreiro impressiona os textos bíblicos. Quase três metros de altura. A ponta de sua lança pesava sete quilos. Para qualquer guerreiro que já existiu seria uma luta difícel.
Por quarenta dias o gigante afrontou o Deus de Israel, zombando e desafiando, que apresentassem um homem que lutasse contra ele em combate individual. O resultado determinaria qual o exército que se tornaria servo do outro.
O pequeno Davi aceitou o desafio. Com Deus ao seu lado, vestes pobres contra uma armadura de sessenta quilos. Nenhum guerreiro apresentou-se no fronte além deste pastor de ovelhas que sonhava em ser soldado. Ungido pela fé a seu senhor. De pé contra o Golias. Humildade e determinação. Confiança e ação imediata.
Rapidamente tomou uma das cinco pedras tiradas de um ribeiro próximo e arremeçou certeiro contra o gigante. A pedra acertou forte o elmo de bronze, fazendo o guerreiro cair ao chão. Correndo David tomou a espada do oponente e cortou sua cabeça. Exemplo.
David
¨Quando os justos se erguerem, não haverá maldade que não seja destruida, maleficência que não seja extinta. Os perversos tremerão!¨ (Lio Rozz)
sábado, 3 de abril de 2010
Caráter
O sacerdócio prenuncia em sentido figurado, segundo o dicionário Houaiss, função que apresenta caráter nobre e venerável em razão do devotamento que exige.
Como nós justos de coração, permitidos com poucas vozes o latrocínio de alguns padrecos da inocência de nossos filhos em atos libidinosos?
Se em discutição científica é um ato antigo ou novo, não importa. Das facetas da mente quero só o que auxilia a mim e aos outros. Não discuto sobre este tema. E desta forma calo-me assim como outros nesta massa de pessoas que a tudo assiste, como um espectador assustado, aos bispos que dariam exemplo caírem em desgraça. Caráter nobre?
Balançando minha cabeça em negativa me enojo com o que vejo. E o primeiro sentimento é assassinato. O mal atrai o mal, assim como o bem auxilia o bondoso.
Como no texto da Energia, tudo nos rodeia daquilo que pronunciamos.
Peço perdão a Deus e me envergonho de estar aqui.
Lio Rozz.
Como nós justos de coração, permitidos com poucas vozes o latrocínio de alguns padrecos da inocência de nossos filhos em atos libidinosos?
Se em discutição científica é um ato antigo ou novo, não importa. Das facetas da mente quero só o que auxilia a mim e aos outros. Não discuto sobre este tema. E desta forma calo-me assim como outros nesta massa de pessoas que a tudo assiste, como um espectador assustado, aos bispos que dariam exemplo caírem em desgraça. Caráter nobre?
Balançando minha cabeça em negativa me enojo com o que vejo. E o primeiro sentimento é assassinato. O mal atrai o mal, assim como o bem auxilia o bondoso.
Como no texto da Energia, tudo nos rodeia daquilo que pronunciamos.
Peço perdão a Deus e me envergonho de estar aqui.
Lio Rozz.
Esperança
No fundo negro do mundo vivido a desgraça, para tal a prosperidade.
Em todos os lados a corrupção, a seu oposto a decência.
Sempre a espreita a inveja, em seu lugar a modéstia.
O desinteresse em nem saber, e seu antônimo o altruísmo.
O desgosto do desamor e seu próximo, o amor incondicional pelos seus.
Do desespero, o querer não auxilia ao bem intencionado, mas sim o ser em esperança. A mesma em acreditar que em entendê-la, poderá dela usufruir.
Estando.
Sendo.
Lio Rozz.
Em todos os lados a corrupção, a seu oposto a decência.
Sempre a espreita a inveja, em seu lugar a modéstia.
O desinteresse em nem saber, e seu antônimo o altruísmo.
O desgosto do desamor e seu próximo, o amor incondicional pelos seus.
Do desespero, o querer não auxilia ao bem intencionado, mas sim o ser em esperança. A mesma em acreditar que em entendê-la, poderá dela usufruir.
Estando.
Sendo.
Lio Rozz.
Energia
Da mesma forma que a energia se transforma a liberação de calor prenuncia a enorme energia a que manipulamos. O corpo vibra nutrido e forte querendo mover-se.
A maior invenção do homem, a música. Se é que pode ser a ele atribuído, tal façanha. Antes mesmo de pensarem os pássaros já o vaziam.
Sobre a inspiração da música o corpo outrora repleto de energia, esbanjando movimentos ritmados, articulados, musculares. E desta forma com a ajuda do som, brinca com a energia e a perpetua em uma sensação de bem estar e autoconhecimento. Com a estrutura em vigoroso desempenho provido da força imutável do organismo humano. Transforma-se, adapta-se, sempre em contato com o poder de utilizar esta energia. Com a dança o homem anui em optar pela melhor forma de mutar tal dádiva.
A maior invenção do homem, a música. Se é que pode ser a ele atribuído, tal façanha. Antes mesmo de pensarem os pássaros já o vaziam.
Sobre a inspiração da música o corpo outrora repleto de energia, esbanjando movimentos ritmados, articulados, musculares. E desta forma com a ajuda do som, brinca com a energia e a perpetua em uma sensação de bem estar e autoconhecimento. Com a estrutura em vigoroso desempenho provido da força imutável do organismo humano. Transforma-se, adapta-se, sempre em contato com o poder de utilizar esta energia. Com a dança o homem anui em optar pela melhor forma de mutar tal dádiva.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Incentivo ao viajante
Sem ao menos perceber, na angústia proferida. Que lhe dá lampejos de desencorajamento.
Caro, acredita com olhos abertos. A injúria proferida é caminho sem fim. Toma ar nas ventas e segue em prumo, determinado.
Nem com sopro permite, a aproximação da calúnia, pois plenamente destemido que disto não necessita.
A tudo entenda e observe. Aproxima os teus ou viaje só. O caminho é livre. Tuas escolhas.
Livre alvedrio.
Caro, acredita com olhos abertos. A injúria proferida é caminho sem fim. Toma ar nas ventas e segue em prumo, determinado.
Nem com sopro permite, a aproximação da calúnia, pois plenamente destemido que disto não necessita.
A tudo entenda e observe. Aproxima os teus ou viaje só. O caminho é livre. Tuas escolhas.
Livre alvedrio.
Lio Rozz
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Mental
A marca do saber. Como ponderar, conhecer e fazer ao tempo de resolver, solucionando tudo e a todos. No tempo que o ego determina o ignorante ao sabedor. Sapiente, cônscio, na simples luta do entender sem ao menos perceber que no fazer altruísta aparta tudo que não lhe é correto. Entendedor do conhecer-se e desta forma compreender que o próximo que odeias é o teu igual que rejeita. Pois és ele mesmo no que tanges o teu saber. Afasta deste teu aquilo que remetes ao desastre, em conhecendo tudo que não lhe estoca beneficie. Observar detalhes que separados nada fariam, porém juntos constroem o todo.
Naquilo que tange o intangível que recusas desapega-se do inteiro. No longínquo desconhecimento de rotinas que nunca se distinguem, repetem, acontecem de novo, insistindo em nos enformar, estaremos tão distantes do saber sem compreender os caminhos do perfeito.
Lio Rozz.
Naquilo que tange o intangível que recusas desapega-se do inteiro. No longínquo desconhecimento de rotinas que nunca se distinguem, repetem, acontecem de novo, insistindo em nos enformar, estaremos tão distantes do saber sem compreender os caminhos do perfeito.
Lio Rozz.
Mundo cão
Por que os homens gostam de cães?
Mundo cão.
O canino avista o céu. O animal irracional tem como verdade a chegada de seu alfa. Arrebatadamente feliz, sem medo ou vergonha. Confiança em saber que será cuidado e em troca protegerá aqueles a quem ama. Em nenhum momento titubeia de seu dever, seguindo corajoso à morte contra oponentes maiores que ele.
E ao tempo em que pejo de remorso por afrontar seu mestre, mesmo estando sob designo da fúria em enfrentar as chagas e sua extinção em meio a conseqüência do comando de seu senhor. Para, se recolhe, obedece.
Escolhido como um cão, a seguir até sua morte seu caminho. Dever, obediência suprema, com orgulho de sê-lo. Sempre feliz, afável, inocente.
E assim são todos aqueles que acreditando em seu mestre Deus, protegem suas famílias e os seus de toda a afronta e subserviência. Raros são os homens que não gostam de cães e ao fazê-lo ignoram uma das maiores premissas de todas.
¨Os cães não abandonam os homens. Todos os homens são cães.¨
Mundo cão.
Lio Rozz.
Mundo cão.
O canino avista o céu. O animal irracional tem como verdade a chegada de seu alfa. Arrebatadamente feliz, sem medo ou vergonha. Confiança em saber que será cuidado e em troca protegerá aqueles a quem ama. Em nenhum momento titubeia de seu dever, seguindo corajoso à morte contra oponentes maiores que ele.
E ao tempo em que pejo de remorso por afrontar seu mestre, mesmo estando sob designo da fúria em enfrentar as chagas e sua extinção em meio a conseqüência do comando de seu senhor. Para, se recolhe, obedece.
Escolhido como um cão, a seguir até sua morte seu caminho. Dever, obediência suprema, com orgulho de sê-lo. Sempre feliz, afável, inocente.
E assim são todos aqueles que acreditando em seu mestre Deus, protegem suas famílias e os seus de toda a afronta e subserviência. Raros são os homens que não gostam de cães e ao fazê-lo ignoram uma das maiores premissas de todas.
¨Os cães não abandonam os homens. Todos os homens são cães.¨
Mundo cão.
Lio Rozz.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
1% inspiração, 99% transpiração
Após 3 dias trancado em casa, escrevendo por mais de 27 horas no total. Acabei!!! O segundo livro da série. Adorei escrever a estória deste paladino inocente, que sonhava com a escuridão e acreditava ser um dependente de sua espada. MUITO complexo, muito simbologismo. Vai dar MUITO certo! Hahahaha. I hope... hehe. Agora é lança-lo no mundo e que Rainaar faça sua vontade. Méa Elohim.
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