O enorme desejo humano da aceitação, do prestígio e privilégio. Como todos os animais sociais, não obstante, nós, humanos, também somos desejosos dos mesmos. Buscamos, prestígio e privilégio, destaque e aceitação.
Se ainda não nos fosse cabível, tentamos em vão administrar o tempo que pouco conhecemos. O exarcebo do consumo atrai o homem e assim ele caminha. O trabalho e a produção. O lucro e a soberba.
Te tal forma o pecado se torna rotineiro e perde em prestígio a novidades da inteligência humana. O divino e o mundano.
Ao tempo em desejosos por aceitação e privilégios caminhemos a passos largos em direção a extinção. A antítese da necessidade dos desenfreados desejos humanos, prestígio e privilégios. Como animais selvagens que precariamente conjuram pensamentos lógicos em seus cérebros primitivos.
Apenas se estes entendessem, que a mais trivial conjectura... aceitação.
E entendessem humildes que o remédio deste mal é de simples ingestão.
Amor.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
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